Se lhe perguntassem hoje qual das suas equipas está mais perto do limite, conseguia responder?

A maioria dos gestores não consegue — e não é por falta de atenção. O desgaste organizacional não dá sinal enquanto não fica caro. Na Análise de Vulnerabilidade olhamos para a sua estrutura consigo, identificamos onde está a exposição e o que tem de mudar primeiro.

Sessão de 30 minutos, sem custo e sem compromisso. Para empresas com equipa constituída.

01 Escolha o horário  ·  02 Responda a 4 perguntas  ·  03 Falamos 30 minutos

Não são as pessoas que falham.
É a forma como o trabalho está organizado.

Os riscos psicossociais não são um problema de resistência individual. São uma característica da estrutura — e é por isso que se corrigem mudando a estrutura, não as pessoas.

01

Perde-se capacidade sem que nada o mostre

Toda a gente está no posto e cumpre o horário. Mas o trabalho começa a levar mais tempo, os erros aumentam, as decisões ficam paradas à espera de alguém. Não há um acontecimento a apontar — há uma descida contínua que ninguém regista.

02

A carga concentra-se sempre nos mesmos

Há quem esteja permanentemente a resolver o que é urgente enquanto outros têm folga. No organograma a distribuição parece equilibrada. Na prática, a empresa está a apoiar-se em três pessoas.

03

As chefias intermédias estão sozinhas

Recebem pressão de cima e de baixo, decidem sem margem e sem apoio. É a camada onde o desgaste se instala primeiro e onde tem maior efeito multiplicador sobre toda a equipa que lidera.

04

Contratar mais gente não resolveu

Reforçou a equipa e o resultado manteve-se. O problema não era o número de pessoas — era como o trabalho estava distribuído entre elas. E agora tem mais um salário a pagar.

A saúde da sua equipa devia sustentar
o negócio. Não consumi-lo.

O que isto custa, traduzido em salários.

Um ano de trabalho tem cerca de 220 dias úteis. As estimativas para Portugal apontam para uma perda aproximada de 24 dias de produtividade por trabalhador por ano.

120

dias perdidos numa equipa de 5 pessoas. Meio ano de salário pago a alguém que não o trabalhou.

240

dias perdidos numa equipa de 10 pessoas. Equivale a pagar um ano inteiro de salário a uma pessoa que não está lá.

480

dias perdidos numa equipa de 20 pessoas. Dois salários anuais completos a sair da margem, todos os anos.

Estimativas: Ordem dos Psicólogos Portugueses. Aplique o custo anual real de um colaborador seu, com encargos, para obter o valor na sua empresa.

Outubro de 2026

A fiscalização vai apertar — e o prazo para improvisar está a fechar.

A EU-OSHA lança em outubro a campanha europeia dedicada à saúde mental no trabalho, com vigência até 2028 e a ACT como parceiro nacional. É expectável o reforço de campanhas de inspeção dirigidas, com prioridade inicial para saúde, serviços e transportes. A obrigação não é nova: o artigo 15.º da Lei n.º 102/2009 já responsabiliza o empregador por identificar e avaliar todos os riscos, incluindo os psicossociais. O que muda é a probabilidade de lhe ser pedido para o demonstrar.

Como funciona a Análise de Vulnerabilidade

Trinta minutos, três passos.

1

Lemos a sua estrutura

Dimensão e composição das equipas, distribuição de responsabilidades, camadas de chefia e ritmo de trabalho. Estes dados existem na sua empresa. O que raramente acontece é alguém cruzá-los entre si.

2

Localizamos a exposição

Carga mal distribuída, ausência de autonomia, ambiguidade nas funções, falhas na liderança intermédia. São estes fatores organizacionais que determinam onde o risco se concentra.

3

Sai com prioridades definidas

Onde está a maior exposição, o que a lei lhe exige nesta matéria e quais seriam os próximos passos — com ou sem acompanhamento nosso.

A Análise de Vulnerabilidade é conduzida por psicóloga com cédula profissional ativa na Ordem dos Psicólogos Portugueses.

30 minutos
Sem custo
Sem compromisso
Por videochamada

Antes de marcar

A sessão tem mesmo custo zero?

Tem. São 30 minutos, sem compromisso de contratação. Se concluirmos que a sua empresa não precisa de uma avaliação formal neste momento, é isso que lhe será dito.

A minha empresa é pequena. Isto aplica-se?

Aplica-se a partir do momento em que tem trabalhadores. A obrigação legal não depende da dimensão, e o impacto do desgaste é proporcionalmente maior em estruturas pequenas, onde a ausência de uma pessoa se sente de imediato.

Já fizemos avaliação com a empresa de segurança no trabalho.

A maioria dessas avaliações cobre riscos físicos e ergonómicos. Os fatores psicossociais exigem instrumentos e competências próprias. Na sessão verificamos o que foi efetivamente avaliado no seu caso.

E se depois da sessão quisermos avançar? Como funciona?

O processo completo tem quatro fases: reunião técnica de preparação e configuração da plataforma, recolha anónima junto dos trabalhadores, entrega de relatório técnico com níveis de risco por departamento e assinatura de psicóloga com cédula ativa, e desenho de um plano de intervenção caso sejam detetados pontos críticos. Os detalhes e o orçamento são apresentados depois da sessão, já com os dados da sua empresa.

Quem tem acesso aos resultados?

Os relatórios são produzidos por departamento e nunca por pessoa. A empresa recebe a leitura agregada por área; nenhuma resposta individual é identificável ou partilhada.

Enquanto não se mede, continua a pagar-se.

Trinta minutos para saber onde está a exposição da sua estrutura e o que fazer a seguir.

Prefere falar por escrito? gestao@espacoelisheva.pt