Avaliação de Riscos Psicossociais

O que não se mede continua a custar.

O desgaste das equipas aparece nas baixas, nas saídas e nos erros. Primeiro mede-se, depois resolve-se.

A lei já obriga. A sua empresa já cumpre?

Avaliar riscos psicossociais é obrigatório desde 2009. A maioria das empresas portuguesas ainda não o fez.

Saiba o que se passa antes de perder as pessoas certas.

Os sinais existem muito antes da primeira baixa prolongada. Só precisam de ser lidos.

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O retrato atual

Os riscos estão lá. A resposta é que falta

Os dados do quarto Inquérito Europeu às Empresas sobre Riscos Novos e Emergentes, realizado em 2024 pela Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, mostram um problema reconhecido e uma resposta que não acompanha.

56%

dos estabelecimentos europeus lidam com clientes, doentes ou alunos difíceis, o fator de risco psicossocial mais reportado.

EU-OSHA, ESENER 2024
43%

identificam a pressão de tempo como risco presente no seu local de trabalho.

EU-OSHA, ESENER 2024
16%

é a percentagem de empresas em Portugal que declara dispor de acompanhamento psicológico do trabalho.

EU-OSHA, ESENER 2024, resultados para Portugal
Sinais de alerta

Reconhece alguma destas situações?

Os riscos psicossociais raramente se anunciam. Manifestam-se em indicadores que se explicam um a um, mas que, vistos em conjunto, contam outra história.

Baixas frequentes e de curta duração, sempre nas mesmas equipas
Saídas de pessoas que a empresa não queria perder
Conflitos recorrentes entre serviços ou dentro da mesma equipa
Quebras de qualidade e aumento de erros sem causa técnica aparente
Reuniões silenciosas, em que ninguém levanta problemas
Chefias esgotadas, a absorver o que as equipas já não conseguem
Dificuldade em preencher vagas que antes se preenchiam depressa
Resistência acima do normal a qualquer mudança interna
Ferramenta gratuita

Quanto lhe custa por ano

Ajuste os valores à realidade da sua empresa e veja uma estimativa do custo anual das ausências e da rotatividade. Todos os pressupostos estão à vista e podem ser alterados.

Salário bruto anual acrescido de encargos
Referência nacional apurada a partir do relatório único das empresas
Gama corrente no mercado português: 12% a 18%
Percentagem do custo anual: recrutamento, integração e perda de produtividade
Parte do custo que decorre de stress, desgaste e clima organizacional
Custo anual estimado
0 €
ausências + rotatividade
Ausências0 €
Rotatividade0 €
Por colaborador0 €
Parcela ligada a fatores psicossociais
0 €

É sobre esta parcela que uma avaliação de riscos psicossociais permite intervir.

Como se calcula: o custo das ausências corresponde ao custo anual total das pessoas multiplicado pela taxa de ausência. O custo da rotatividade corresponde ao número de saídas previstas no ano multiplicado pelo custo de substituir cada pessoa. A parcela psicossocial é a percentagem que indicar sobre a soma dos dois. O custo de substituição e a fração psicossocial são pressupostos editáveis. Trata-se de uma estimativa indicativa, não de um apuramento contabilístico.

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Porquê

O que a sua organização ganha

Cumprimento legal demonstrável

Relatório técnico que comprova a realização da avaliação e as medidas definidas, pronto a apresentar.

Diagnóstico real do clima

Dados concretos sobre o que está a desgastar as equipas, em vez de suposições ou de impressões isoladas.

Prevenção do absentismo

Intervenção sobre as causas do desgaste profissional antes de se traduzirem em baixas e em saídas.

Retenção de pessoas

Condições de trabalho que sustentam a permanência de quem já conhece a organização e o seu funcionamento.

Confiança das equipas

Ouvir formalmente os trabalhadores sobre as condições de trabalho é, por si só, um sinal de respeito.

Plano de ação prioritário

Medidas concretas, hierarquizadas por urgência e por esforço de implementação, para saber por onde começar.

Metodologia

Como decorre a avaliação

Utilizamos o COPSOQ II, questionário internacional de avaliação de riscos psicossociais validado para a população portuguesa, que classifica cada fator em risco baixo, moderado ou elevado. Os resultados são apresentados de forma agregada, sem identificação das respostas individuais de cada trabalhador.

01

Preparação

Definição do âmbito, dos grupos a avaliar e da comunicação interna que antecede a aplicação.

02

Aplicação

Aplicação do questionário, em formato digital ou em papel, com garantia de confidencialidade.

03

Análise

Tratamento estatístico dos resultados e classificação do risco em baixo, moderado ou elevado.

04

Relatório e plano

Entrega do relatório técnico e do plano de ação, com apresentação à direção.

Próximo passo

Análise de vulnerabilidade da sua organização

Uma reunião de 30 minutos, sem custo, em que ouvimos o contexto, colocamos algumas perguntas estruturadas e devolvemos uma leitura das áreas mais vulneráveis.

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